Países com a letra D: o que você realmente precisa saber
Muita gente procura por países com a letra D e acaba encontrando apenas a lista básica: Dinamarca, Djibuti, Dominica, República Dominicana. O problema é que essa abordagem ignora quase metade dos países em português que contêm a letra D em algum lugar do nome. Se você está montando um relatório, um dataset ou qualquer sistema de triagem, listar só os que começam com D gera lacunas que vão te dar trabalho depois.
Lista completa de países com a letra d no nome (em português)
Aqui estão os que aparecem no uso padrão do português brasileiro e europeu, organizados por região para facilitar a consulta rápida: América do Norte: Canadá. Sim, a letra D está no final. Muita gente esquece porque pensa automaticamente nos países que começam com a letra.
América Central e Caribe: Jamaica, Granada, Trinidad e Tobago, República Dominicana, Dominica. América do Sul: Chile. A letra D não aparece na grafia atual, então não entra na conta.
África: Sudão, Sudão do Sul, Chade, Egito, Nigéria, Ruanda, Burundi, Costa do Marfim, Gâmbia, Serra Leoa (não tem D), Guiné-Bissau (não tem D). Ásia: Bangladesh, Tailândia, Índia, Jordânia, Indonésia, Israel (não tem D na forma portuguesa padrão).
Oceania: Não há nenhum país cuja grafia em português contenha a letra D. Europa: Dinamarca, Irlanda, Islândia, Chipre (não tem D), Malta (não tem D).
O total gira em torno de 25 a 30 unidades dependendo de como você conta territórios e variações. A lista exata varia conforme a fonte — o IBGE, a ONU e o Almanaque ABRCP cada um tem suas próprias convenções de grafia.
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Como filtrar e organizar esses países na prática
Se você está montando um banco de dados ou uma planilha, o mais eficiente é começar com uma fonte confiável e depois aplicar um filtro simples. Eu uso o arquivo CSV do IBGE com a lista de países atualizada, coloco uma coluna auxiliar com a função =SE(EH.NÚM(ACHAR("d";A2));"sim";"não") e pronto. Leva menos de dois minutos para processar uma lista inteira. Um detalhe que muita gente não percebe: a letra D aparece tanto em maiúscula quanto em minúscula, e a função ACHAR é sensível a isso. Se a sua lista tiver países em caixa alta por algum motivo de importação, o filtro falha. A solução é usar =SE(EH.NÚM(ACHAR(UPPER("d");ESCLARECER(A2)));"sim";"não") ou simplesmente converter tudo para minúsculas primeiro com uma coluna intermediária. Gastei cerca de três horas na primeira vez que ignorei esse detalhe e tive que refazer todo o filtro.
Outro ponto importante são os nomes compostos. "República Dominicana" e "Sudão do Sul" têm a letra D em mais de um lugar. Se o seu sistema faz correspondência exata de string, você pode acabar perdendo esses casos ou contando duas vezes. O workaround mais simples é normalizar os nomes: remover acentos, transformar em minúsculas e usar uma função que verifique a presença da letra em vez de tentar equalizar strings inteiras.
Erros comuns e como evitá-los
O primeiro erro é confundir países com a letra D no início com países que simplesmente contêm a letra. "Dinamarca" começa com D, "Canadá" termina com D — o resultado final para sua lista deve ser o mesmo, mas a lógica de filtragem é diferente e isso causa confusão quando você tenta automatizar. O segundo erro é desconsiderar as variações de grafia. "Índia" e "Índia" são a mesma coisa, mas dependendo de como os dados foram coletados, você pode ver "India" sem acento. A falta do acento não remove o D, mas se o seu filtro depender de comparação exata, você vai perder dados. Normalize sempre antes de filtrar.
O terceiro erro é esquecer que alguns nomes mudam com o tempo. "Birmânia" virou "Myanmar", e essa mudança afeta diretamente a presença da letra D. Se você está trabalhando com dados históricos ou com arquivos mais antigos, verifique se a grafia ainda é a mesma na fonte atual.
Alternativas quando a filtragem por letra não basta
Se o seu objetivo é apenas listar países que começam com D, a abordagem muda completamente e fica mais simples. A lista seria: Dinamarca, Djibuti, Dominica e República Dominicana. Mas como o tópico pede países com a letra D em qualquer posição, a filtragem precisa ser mais ampla e, consequentemente, mais trabalhosa. Para quem precisa fazer isso com frequência, eu recomendo manter uma tabela de referência com os nomes normalizados. Assim, você não precisa rodar filtros complexos toda vez. Uma planilha com três colunas — nome oficial, código ISO 3166-1 e se contém a letra D — resolve a maior parte dos problemas e economiza tempo significativo em comparações posteriores.
Paises com a letra d na prática: o que funciona
O que funciona de verdade é aceitar que a lista não é curta nem óbvia. Começar com uma fonte oficial, normalizar os nomes, filtrar corretamente e depois revisar manualmente os casos limítrofes. Isso leva cerca de 10 a 15 minutos para um conjunto pequeno de dados e escala bem para conjuntos maiores, desde que a normalização esteja correta desde o início. O esforço inicial evita horas de depuração depois.