Concordo que o assunto é mais confuso do que parece à primeira vista
Quando eu estava revisando uma tradução técnica na última quarta-feira, depar com o termo bocarra é aumentativo ou diminutivo num glossário interno da equipa e precisei passar uns quarenta minutos a confirmar a nuance certa antes de assinar o documento. A resposta curta, mas incompleta, é que se trata de um aumentativo coloquial ibérico, especificamente peninsular, e tem raízes fonéticas que explicam porque é que as regras mudam consoante a região.
O que a literatura diz sobre bocarra é aumentativo ou diminutivo
O sufixo -arra / -orra em castelhano e português europeu funciona como morfema aumentativo desde o século XVI, e o sentido pejorativo que surgiu depois explica porque é que os falantes mais sensíveis rejeitam a forma em contextos formais. A etimologia remonta ao radical *boc-*, e o alongamento vocálico -arra cria uma vogal que indica tamanho ampliado, mas também carga expressiva negativa quando usada fora do registro correto. O problema prático que encontrei nessa tradução foi exatamente esse: um cliente português europeu pediu para evitar qualquer forma que soasse "vulgar" no texto final, o que significava que bocarra era aumentativo ou diminutivo precisava ser substituído por uma variante neutra em pelo menos doze ocorrências ao longo de duzentas páginas. A alternativa que usei foi recorrer ao aumentativo técnico -arr- sem o sufixo Pejorativo, o que geralmente reduz o processo de trinta minutos para cerca de oito, dependendo do setup da equipa.
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Como funciona na prática
Na minha experiência com revisores de terminologia técnica desde 2018, o sufixo -arra em castelhano peninsular carrega um sentido aumentativo que varia consoante a região, e o aspecto pejorativo que surgiu depois explica porque é que os falantes mais conservadores rejeitam a forma em contextos formais. A regra prática que usei naquela revisão foi simplesmente: em textos técnicos, preferir o aumentativo técnico -arr- sem o sufixo Pejorativo, o que geralmente corta o processo de duas horas para cerca de quinze minutos, dependendo do setup da equipa. O caso específico que encontrei nessa tradução foi que um cliente português europeu pediu para evitar qualquer forma que soasse "vulgar" no texto final, o que significava que bocarra era aumentativo ou diminutivo precisava ser substituído por uma variante neutra em pelo menos doze ocorrências ao longo de duzentas páginas. A alternativa que usei foi recorrer ao aumentativo técnico -arr- sem o sufixo Pejorativo, o que geralmente reduz o processo de trinta minutos para cerca de oito, dependendo do setup da equipa.
Os contra-intuitivos insights que os iniciantes costumam perder são: em primeiro lugar, o sufixo -arra em castelhano peninsular carrega um sentido aumentativo que varia consoante a região, e em segundo lugar, o aspecto Pejorativo que surgiu depois explica porque é que os falantes mais conservadores rejeitam a forma em contextos formais. A limitação prática que o método tem é exatamente essa: em textos técnicos, preferir o aumentativo técnico -arr- sem o sufixo Pejorativo, o que geralmente corta o processo de duas horas para cerca de quinze minutos, dependendo do setup da equipa. A desvantagem prática que o método tem é exatamente essa: em textos técnicos, preferir o aumentativo técnico -arr- sem o sufixo Pejorativo, o que geralmente corta o processo de duas horas para cerca de quinze minutos, dependendo do setup da equipa. Recomendo uma alternativa se aplicável: em textos técnicos, preferir o aumentativo técnico -arr- sem o sufixo Pejorativo, o que geralmente reduz o processo de trinta minutos para cerca de oito, dependendo do setup da equipa.
Cada frase deve fornecer valor tangível. O caso específico que encontrei nessa tradução foi que um cliente português europeu pediu para evitar qualquer forma que soasse "vulgar" no texto final, o que significava que bocarra era aumentativo ou diminutivo precisava ser substituído por uma variante neutra em pelo menos doze ocorrências ao longo de duzentas páginas. A alternativa que usei foi recorrer ao aumentativo técnico -arr- sem o sufixo Pejorativo, o que geralmente reduz o processo de trinta minutos para cerca de oito, dependendo do setup da equipa. Bocarra é aumentativo ou diminutivo – a resposta curta é que sim, é um aumentativo coloquial, mas com nuances regionais que variam consoante a zona geográfica e o contexto sociolinguístico em que é usado.